Segundo Elisângela Lourenço, funcionária da entidade que tem mais afinidade com o cão mascote do Sesi, Bilú é bastante dócil, respeita todos que trabalham por lá além de ser muito querido pelos alunos.

Bilu o cão mascote do Sesi é muito bem tratado por professores e alunos
Bilu recebe tratamento especial na unidade de Botucatu

“Ele é uma belezinha. Super comportado e adora fazer a ronda com os guardas. Seja dia ou durante a noite, ele está sempre atento e se dá bem com todos aqui”, diz.

O animal faz parte do projeto “Meu Cão no SESI”, que atualmente cuida de 66 animais em 31 unidades. “O Bilú apareceu faz mais de cinco anos e desde então os funcionários o alimenta. O Sesi é o seu lar. Afinal,aqui ele tem uma casinha e recebe alimentação diária”, comenta Elisângela.

Portanto, como membro da equipe, ele tem todos os cuidados e direitos que merece para cumprir a missão de alegrar o ambiente. Portanto, o mimo é tamanho que recebe atenção e cuidados de um grupo de pessoas especialmente designada. Além da atenção plena da escolas e seus alunos. Todos zelam pela segurança e saúde do cão mascote do Sesi e sua socialização.

O Bilú é considerado um importante membro da equipe. Ainda mais que, em fevereiro fez a visita periódica ao veterinário, onde foi castrado.

Quando começou o projeto nas unidades

Cão mascote é comum nas unidades do Sesi
O projeto de Meu Cão no Sesi foi implantado em 2013

O projeto teve início em 2013, a partir da exposição fotográfica do projeto #Adotei, em parceria com a ativista e protetora dos animais Luisa Mell. Inaugurada no Centro Cultural Fiesp, a mostra circulou em 28 unidades, de 2014 a dezembro de 2018. A exposição era aberta com uma feira de adoção de animais, por iniciativa de algumas unidades.

A mostra contava com 17 imagens de personalidades, artistas e anônimos e seus animais adotados. Além disso tinha registros de sete bem-sucedidos resgates feitos por Luisa e equipe de trabalho.

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