Assis é um município brasileiro do interior de São Paulo, localiza-se a oeste da capital do estado, com pouco mais de 105.768 habitantes.

Quem por aqui transita não pode imaginar o quanto Assis cresceu e a cada dia se torna mais encantadora.

E como nossa missão é mostrar a nossa cidade em detalhes, confira um antes e depois especial que preparamos para vocês:

Atual Colégio Ipê
Foto antiga: Alemão
Foto atual: Jean Carlos Galvão

O Colégio Ipê foi fundado em 1997 com a proposta de implantar um ensino de qualidade para Assis e região. Localizado à Rua Santa Cecília, 873, ocupa uma área de 6.000m2 com 15 salas de aula, todas com ar-condicionado.

No imóvel onde funcionou o antigo Hospital Sorocabana; cujos principais traços arquitetônicos foram mantidos de modo que a população possa reconhecer o imóvel pelas fotos antigas da cidade. (Fonte: Colégio Ipê).

Foto antiga: Alemão
Foto atual: Jean Carlos Galvão

Início da Avenida Rui Barbosa e Praça Arlindo Luz.

Foto antiga: Alemão
Foto atual: Jean Carlos Galvão

Antiga Estação Ferroviária de Assis, passou a integrar a linha-tronco da companhia a partir de 1914.

Atualmente está localizada a Secretaria Municipal da Cultura.

Foto antiga: Alemão
Foto atual: Jean Carlos Galvão

Fundada em 10 de abril como orfanato para as meninas, em regime de internato contando com o apoio do então bispo, Dom José Lazaro Neves.

Hoje a Casa das meninas atua em formato de creche, atendendo mais de 400 crianças entre 4 meses e 12 anos.

Foto antiga: Alemão
Foto atual: Jean Carlos Galvão

Os primeiros colégios particulares de Assis foram instalados no inicio dos anos de 1940, ao longo dos anos teve suas transformações e no segunda semestre de 1997 começaram as reformas e adequações do prédio. O Colégio Santa Maria foi reinaugurado pelas Irmãs da Ressureição no dia 28 de janeiro de 1998.

Foto antiga: Alemão
Foto atual: Jean Carlos Galvão

O prédio foi construído na década de 1920, sediado pelo Fórum, e também utilizado como sede de outros órgãos públicos e atualmente é sede da 1ª Companhia da Polícia Militar de Assis.

Foto antiga: Alemão
Foto atual: Jean Carlos Galvão

Criada em 30 de novembro de 1928, a Diocese de Assis tem, em sua história, uma íntima relação com a formação da cidade de Assis. Acompanhando o crescimento do então recém criado Distrito de Paz, a Diocese contou com ampla participação popular na construção de duas das suas principais edificações: o Palácio Diocesano e o prédio da Catedral. (Fonte: Unesp).

Que delícia viajar no tempo e conhecer um pouquinho da história da nossa cidade!

Me conte aqui, qual foi a lembrança que reviveu com essas fotos? Adoraria saber! ?

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2 COMENTÁRIOS

  1. Minha infância e pré adolescencia, dos 5 aos 15 anos eu ia todas férias escolares para Assis. Vila operária. Estação ferroviária da antiga Sorocabana. Fui ao Porão, primeira experiência em balada, ano de 1972. O cheiro de jasmim carrega muita lembrança, principalmente do velório e enterro da minha tia, aos 39 anos, de um parto mal suscedido, em 1967.
    As noites quentes dos anos 60, correndo nas ruas de terra, o céu coalhado de estrelas, o banho em chuveiro feito de latão, ou na bacia da casa da minha avó. O banco de madeira, onde sentávamos e ouvia as histórias de Getúlio Vargas, dos acidentes ferroviários, das façanhas dos espíritos sofredores.
    Tudo isso já foi. Não resta mais anda de físico que eu possa encontrar em Assis, por isto não volto para a cidade onde nasci em 1955.
    Moro em São Paulo, na região metropolitana.
    Às vezes me pego lembrando de Assis, quando o homem chegou a lua, 20 de julho de 1969, estava lá em Assis, me enibriando de histórias sem pé e nem cabeça olhando para a Lua esperando ver os americanos fincarem a bandeira nela.
    Lembro do cheiro de terra molhada de chuva de verão.
    Lembro da pera para acender a luz que ficava pendurada na cabeceira da cama, onde tinha um quadro de um anjinhom guiando duas crianças ao atravessarem uma pone bem estreita.
    Lembro do pão de casa.. feito pela minha avó, quentinho…passava a manteira e derretia tudo. Comia até me dar azia.
    Lembro do João Leôncio, famosos curador e espíirita qur vivia numa casinha pobre e que fazia curas e receitava remédios… me receitou elixir paregórico, para curar a azia do pão de casa da minha avó.
    Lembro dos pés de manga, de abacate. Das canecas cheia de jabuticaba que a gente comprava por um preço irrisório.
    Do milho… que reunia as mulheres a ralar milho e fazer pamonha, caldo de milho com cambuquira, milho com frango, milho cozido, milho assado…cural…era o dia do milho numa chácara longe da vila operária, e a gente voltava à pé, assim como ia…andando sem parar…engraçado que não me lembro que caminhar para tão longe fosse ruim, também cheio de borboletas de dia e de noite os vagalumes nos faziam esquecer o cansaço… nós da “cidade grande” ficávamos entretidos com tudo que fosse vivo em meio aquelo mato!
    Esse Assis ficou na minha memória somente.
    Não quero voltar e ver que nada mais disso existe!
    Mas confesso: é tudo evrdade.

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