“A princesinha do Noroeste”, reconhecida também como Polo cultural, tem uma história para lá de interessante.
Não é à toa a escolha do nome da cidade. E aqui você verá em detalhes como surgiu o município e a terra Penapolense.

História

A ocupação histórica da região que corresponde ao atual noroeste brasileiro se deu por volta de 1842 e 1870. Tudo começou com a doação de terras e o estabelecimento de fazendas na região. Depois o estopim ocorreu em 1880, com um significativo aumento do comércio de café, logo, a região passou por uma grande transformação rumo ao progresso.

Outro ponto marcante do povoamento foi a implantação da estrada de ferro noroeste no Brasil, algo que assegurou a posse das terras colonizadas do sertão. Assim, em 25 de outubro de 1908 foi criado o patrimônio de Santa Cruz do Avanhandava, que mais tarde passou a ser distrito do município de São José do Rio Preto. Em 17 de novembro de 1909, o distrito de Paz de Penápolis é fundado em homenagem ao Dr. Afonso Augusto Moreira Penna, presidente da República falecido neste mesmo ano.

Homenagem

Penna. Foto: Biblioteca Presidência da República.

Nascido em Santa Bárbara-MG, Afonso Penna, era advogado, por eleição direta, em 15 de novembro de 1906, exerceu o cargo de presidente da República. Até falecer em 14 de junho de 1909 sem terminar o mandato.

De volta para a história…

No dia 22 de dezembro de 1913, através da Lei Estadual n° 1.397, Penápolis se tornou município. A atual sede de uma comarca com sete municípios (Alto Alegre, Avanhandava, Barbosa, Brauna, Glicério e Luziânia conta com mais de 100 mil habitantes em seu universo), além de ser um Polo cultural e turístico religioso. Hoje, a pecuária, agricultura, indústria e comércio de serviços são as principais atividades econômicas.

Penápolis e suas belezas

Museu do Sol. Foto: Prefeitura de Penápolis.

Penápolis exala arte e detalhes que encantam!


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As boas notícias do município você confere aqui!

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1 COMENTÁRIO

  1. SACIS: UM TESTEMUNHO

    E. Figueiredo (*)

    Morei na cidade de Penápolis entre os anos de 1952 a 1957, saindo de São Paulo onde nasci. Quando lá cheguei tinha 15 anos. Aquilo, que eu considerava fantasioso, constatei da realidade dos fatos naquela aprazível cidade paulista, chamada de Princesa da Noroeste. Um pouco afastado do perímetro urbano existia um local denominado Lajeado, onde os garotos iam nadar. Era uma pequena reserva de água cercada de mata espessa e de grande altura, como floresta. Habitavam e perambulam por ali duas espécies de sacis: Uma, de corpo liso e pele negra e outra peluda, com pelos ruivos (avermelhados). A primeira espécie estava sempre com o pito na boca; a outra nunca a vimos fumando. Apesar do medo que nos causava, nunca se aproximaram muito perto de nós. Eles ficavam agachados vendo a gente brincar. Quando começava o anoitecer, eles desapareciam. Nunca vimos onde eles se escondiam. Não sei se eles ainda habitam a região, pois nunca mais voltei à Penápolis. Quem pode dar alguma informação a respeito é o Museu Municipal de Folclore, que fica naquela cidade, e, possui um grande acervo sobre o tema Seria de bom alvitre de se consultar o referido museu e divulgar mais sobre essa entidade fantástica chamada SACI.

    Quanto às efemérides, é um absurdo as escolas comemorem o Halloween e não darem um mínimo de atenção ao nosso folclore, rico em personagens fantásticas.

    (*) E. Figueiredo
    Jornalista – MTb 34947

    Setembro 2005

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