O que seriam de nós sem os músicos para alegrarem nossas vidas com a arte musical, não é mesmo? Por isso que o Dia Internacional do Músico deve ser celebrado como homenagem para os detentores de cultura. É o dia adequado para exaltar os músicos locais, como o Lincon Fiorie.

A vida e a música

Lincon é nascido e criado em Ourinhos e a música sempre esteve presente em sua vida, desde que ele se conhece por gente, pois sua mãe foi a maior influenciadora. Antigamente, a figura materna era cantora da noite, inclusive ao lado de musicistas integrantes de uma das bandas que Lincon faz parte, a Locomotion.

E a partir dos 14 anos já trabalhava de carteira assinada, o seu dia a dia era movimentado por conciliar o emprego e a música. O objetivo era ter dinheiro para comprar tudo o que precisava para fazer música.

Em resumo, Lincon é Analista e Desenvolvedor de Sistemas, Técnico em Desenho Mecânico e em Edificações. E, claro, um músico que começou a estudar canto, violão e, no presente, guitarra.

É uma pessoa que ama curtir um rolê, estar em casa e de estar próximo dos amigos e familiares. Ele procura balancear tudo em sua vida, porque “acredito que assim a vida fica mais saudável”, comenta.

“Meu primeiro show foi em Festival de Música Escolar, foi quando me apaixonei em ter um público me assistindo e gostando do som. Então, aos 17 anos já comecei a estar presente em uma banda, a Cash, para tocar nos barzinhos de Ourinhos e Região com um repertório bem eclético, era de AC/DC até Chitãozinho e Xororó. Queríamos agradar todos que assistiam e, com isso, estávamos perdendo a nossa identidade. Atualmente, quando toco sozinho, praticamente, são só músicas que eu gosto, faço estilos variados, mas curto mesmo é o estilo musical Rock. Já quando estou em banda, seguimos nosso repertório e não ficamos tentando inventar não, o que tocamos dá conta de agradar a todos.”, explica Lincon.

Banda Cash. Foto: arquivo pessoal

Carreira

Entre idas e vindas da vida, Lincon já chegou a pensar em viver só de música. Foi em um momento da vida que ele viajou para São Paulo tentar fazer dar certo a carreira, na cara dura mesmo. Mas na capital ele compreendeu o quanto seria difícil crescer na área sem indicação, por isso sempre se manteve em um emprego fixo paralelamente ao dom de ser músico.

Shows e participações

O importante é que já tem momentos musicais marcantes em sua vida, passagens significantes que fizeram ser o músico que é. Já esteve presente em grandes shows no Paraná e Rio Grande do Sul, como tributo ao Mamonas Assassinas, e participações em programas de televisões na emissora Record e no evento Band Folia.

E não tendo como negar o dom familiar, os pais sempre apoiaram o jovem a seguir carreira musical. Tanto que nem lembra se algum dia alguém foi contra sua decisão, mas se teve, nunca se permitiu abalar por críticas que não são construtivas.

“Se eu quisesse, hoje em dia conseguiria viver só com a música, mas sempre gosto de ter minha segurança caso as coisas fiquem ruins. Por exemplo, essa recente pandemia. Mas um dia ainda espero conseguir ser só músico, ainda tem um tempinho para tentar”, conta o músico.

Dificuldades e conquistas

As principais conquistas para Lincon é o respeito que alcançou no meio musical, um público que gosta de suas apresentações, as amizades que construiu, ter todo o material que precisava para trabalhar e a gravação de músicas autorais.

E como já sabemos que nem tudo na vida são flores, a dificuldade é para todos. Para o Lincon, é conseguir visibilidade na mídia.

Futuro

O presente é avaliado como ótima fase, satisfatório. “Estou terminando algumas músicas e tocando muito, acredito que a pandemia trouxe uma vontade louca de viver para muita gente. E pretendo no ano que vem me arriscar mais, produzir mais música autoral e, quem sabe, o que pode acontecer mais. Eu só vou indo”, finaliza Lincon.


Um rapaz que merece todo reconhecimento, né? Você já conhecia o Lincon? Aproveite para seguir ele nas mídias sociais: @linconfiorie


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