Foi inaugurada nesta quinta-feira (21), a primeira unidade da “Sala com Vida” de Marília. Este projeto pioneiro tem como objetivo o fortalecimento, prevenção da violência, bem-estar e autonomia da mulher.

O espaço vai funcionar na recém-inaugurada Galeria San Remo, localizada na Av Brasil, 116, esquina com a Rua Paraíba, em frente ao Terminal Urbano, centro da cidade.

A estrutura física é resultado da parceria entre a Prefeitura e os proprietários da Galeria San Remo, ao compreenderem a importância de inovar com responsabilidade social em um espaço estrategicamente localizado.

O projeto é da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (Foto: Divulgação)

O prefeito Daniel Alonso diz que o projeto vai surpreender: “vivemos um tempo em que os serviços públicos precisam ir até o cidadão. Temos que alcançar pessoas, prevenir problemas, educar para a vida e antever necessidades. Tudo isso está presente nesse espaço”.

Como Será?

A “Sala com Vida” é um projeto da secretaria municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, sob a liderança de Wania Lombardi. Ela conta que a ideia foi inspirada em organizações da sociedade civil da capital.

A ideia principal do local é que as mulheres fiquem à vontade e possam ser orientadas em relação a diversas necessidades. Para isso, o local terá atendimento por profissionais habilitados para a escuta, como assistentes sociais e psicólogas.

“Não será um local meramente de prestação de serviços, mas um ambiente acolhedor e com escuta atenciosa. Na ‘Sala com Vida’ uma mulher que está passando por alguma dificuldade, uma reestruturação na sua vida, ou mesmo dúvida em relação a direitos, família, acesso a serviços públicos, poderá entrar e ser orientada”, afirmou Wania.

O espaço pode receber mulheres vítimas de violência, de exploração econômica e sexual, mesmo que esse não seja o foco. Todos os casos serão devidamente e imediatamente encaminhado à Delegacia de Defesa da Mulher.

A secretária reforça que o foco é a prevenção. Em parceria com a Galeria, outras atividades serão desenvolvidas como oficinas de culinárias, atendimento de copa, rodas de artesanato e conversas. “A proposta é que seja um espaço de fortalecimento e valorização do ser humano”, completa.

O acolhimento, inicialmente, será feito pela assistente social Janaína Aparecida Vantin. A unidade funciona sob a coordenação de Edna Mattos Santos, encarregada de Proteção Social em Média Complexidade. Haverá também atendimento ao público LGBTQI+.


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