Começamos nosso “Especial Dia das Mulheres” desejando que tenham sempre vozes, que façam o que quiser e na busca pela liberdade tenham a mesma igualdade e condições. Guerreiras de batalhas muitas vezes silenciosas e invisíveis, exemplos de esperança.

Apresentamos algumas mulheres de Botucatu e suas incríveis histórias de vida.

Nossa singela homenagem.

Franciele Regina da Silva. 36 anos, trabalha na Frente de Trabalho cuidando das ruas da cidade.

Mulher, mãe, faxineira, cabeleireira.

Fran é uma daquelas pessoas que ganha admiração de todos pela maneira de levar a vida. Trabalha em Botucatu há um ano e aprendeu com sua mãe a função de auxiliar de limpeza, que trazia alimentos para casa com o suor da faxina e por amar mexer em cabelos, há 6 anos trabalha como cabeleireira.

Enfrenta dificuldades diárias por ser mãe sozinha, com toda preocupação para não deixar faltar nada aos seus filhos.

Por ser mulher, acredita que consegue mostrar ao mundo sua capacidade e potência, mas nem sempre foi assim. A sua maior conquista foi ganhar o reconhecimento perante seus encarregados, fazendo vários amigos e trazendo uma vida digna para seus filhos, podendo dizer a eles que não passarão mais necessidades. “Pra mim, minha maior conquista é estar com eles” – relata.

Como tudo começou? Conte sua suas história.

“Tudo começou quando me vi sozinha com 6 crianças pequenas que dependiam de mim pra tudo, no mesmo tempo começou a pandemia então tive que fechar meu salão e por ser distante de onde moro não conseguia conciliar o trabalho e minha casa.

Passei por várias dificuldades, mas consegui entrar no Frente de Trabalho de Botucatu.

Hoje agradeço a Deus por estar lá e consegui manter meus filhos com esse trabalho, estou em busca de uma melhora pra mim e pra eles, comecei a cursar Técnico de Enfermagem.

As mulheres que me inspiram e sempre vão inspirar são minhas duas mães. Minha vó, dona Maria e minha mãe Sônia, que sempre me ensinou que pra na vida temos que correr atrás dos nossos sonhos. Mesmo tendo uma vida dura nunca deixar de passar os ensinamentos corretos, então agradeço a Deus e a elas”.

Adriana Castilho Paes, tem 34 anos e é Fisioterapeuta.

Mulher, mãe, fisioterapeuta, violinista e apaixonada por ajudar as pessoas.

Adriana conta que escolheu ter uma profissão que pudesse ter contato com as pessoas e ajudá-las de alguma forma. Enquanto estudava, trabalhou em uma rede de fastfood e adorava esse contato com as pessoas, podendo conversar e conhecer cada uma. Mas esse contato rápido não lhe agradava, assim, pensou numa profissão onde ter mais tempo com esse contato e acabou se apaixonando pela profissão.

Como mãe “fresca” e de primeira viagem de um bebê de dois meses e meio, a dificuldade está sendo o desafio da maternidade, como cuidar de um outro ser. Relata que “é um momento lindo na vida de uma mulher, gerar e cuidar de uma vida, porém, a responsabilidade e o aprendizado diário é um desafio”.

Ser uma boa mãe, uma profissional de qualidade e ter um rempo para si necessita de muita organização, que muitas vezes não sairá como planejado.

Suas maiores conquistas no seu trabalho se dá pelo fato de estar há quase 10 anos trabalhando no hospital, que desde de sua faculdade sempre quis seguir esse rumo. Conhecer muitas pessoas e suas histórias, podendo ajudar cada uma é sua maior conquista dentro da profissão.

Como tudo começou? Conte sua suas história.

“Aos 16 anos comecei a trabalhar numa rede de fastfood pra pagar minhas viagens pra Tatuí, onde eu fazia conservatório de música (estudava violino), eu acreditava e sonhava que essa seria minha profissão. Alguns problemas surgiram no caminho e optei em deixar o conservatório com muita tristeza. Aos 17 anos decidi fazer a faculdade de fisioterapia e me apaixonei, acabei até parando de tocar violino. Depois de formada consegui fazer especializações dentro da minha área e passar no sonhado concurso público. Decidi então retornar às aulas de violino. Parei por várias vezes devido a correria da rotina, mas meu coração sempre balançava quando eu ouvia uma música com violino ou alguma orquestra. Hoje, com 12 anos de formação, quase 10 anos trabalhando em hospital e com 34 anos de idade estou realizando meu primeiro sonho de adolescente, tocar violino e tocar em uma orquestra.

As mulheres que encontro no meu dia a dia são as que me inspiram, mas minha mãe obviamente, na maneira dela enfrentar as dificuldades e apesar disso ver a vida de forma positiva sempre. É aquela mãe, profissional, mulher que convivo e admiro”.

Edmée de Campos Rodrigues, 47 anos, educadora e psicóloga.

Mãe, educadora, psicóloga.

Com brincadeiras na infância era cuidar cuidar de seus irmãos foi uma das suas influências para escolher essa profissão, a vocação tenha sido despertado ali.

Assim como todo brasileiro, enfrenta inúmeras dificuldades, porém o fato de ter de enfrentá-las todos os dias, sente-se fortalecida e determinada a continuar pelos que ama e pelas coisas que ama fazer.

Suas maiores conquistas no trabalho se dá no retorno ou feedback que passaram em vida profissional.

Como tudo começou? Nos conte da sua história.

“Nossa, minha história é um pouco longa! Estudei do pré até o Magistério no EECA, dei aula em sítio, morei em Bauru pra fazer faculdade, dei aula em escola infantil e em faculdade. Trabalhei em projetos sociais e instiruições do 3° Setor, minha pós foi aqui na Unesp na área de pediatira, e hoje sou educadora de ensino profissionalizante e voluntária em um projeto. Além de realizar atendimentos terapêuticos. E nesse meio tempo, tive 3 filhos: Naomi (in memorian), Lucas e Arthur.

As mulheres da minha família e algumas celebridades brasileiras e internacionais que me inspiram a ser e a viver como sou.”

Ângela Fernandes

Advogada e Influencer Digital, sempre ajudando e motivando as pessoas.

Escolheu a advocacia para tentar ajudar pessoas que se encontram em um momento vulnerável, de dor e muitas vezes, a ter seu direito atendido.

Hoje é mãe de um lindo pequeno de dois anos e meio, se dedica à advocacia de forma branda, tem a ajuda e auxilio de seu marido, trabalhando juntos.

As dificuldades acabam sendo superadas pela necessidade que teve de se impor como mulher, assim, deixar claro seu potencial, ganhando o respeito que merece.

“Hoje gosto muito de utilizar a ferramenta das redes sociais, partilhando meu dia a dia, minhas experiências e vivências como mulher e mãe da vida real, como forma também de “dar as mãos” à outras pessoas, mulheres na maioria, e mostrar que podemos TUDO!

Como Influencer, perceber que estou atendendo as expectativas e que confiam em meu trabalho. Bem como, ajudar minhas seguidoras a perceber que TUDO É POSSÍVEL! Mesmo diante das dificuldades do dia a dia.”

Acompanhe o seu trabalho nas redes sociais:

https://www.instagram.com/angelagfernandes/

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