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Nesta quarta-feira (19), comemoramos o Dia Mundial da Fotografia, neste dia tão especial para fotógrafos amadores e profissionais, conversamos um pouco com Giuliana Marino, um exemplo de superação.

Natural de Garça, a fotografia sempre esteve presente em sua vida. Durante sua infância, seus pais fotografavam cerejeiras, árvores típicas do Japão e que, em Garça, se tornaram atração turística.

Giuliana nasceu com uma enfermidade chamada Fácio-Escápulo-Umeral (FSH), conhecida também como doença de Landouzy-Déjérine, é uma forma de distrofia que causa fraqueza muscular e perda de massa, atinge a face, a cintura escapular e os membros superiores.

“Eu nasci com a distrofia muscular, no meu caso não é hereditário. Foi uma mutação genética, os primeiros sinais foram se manifestando na musculatura aos 11 anos.”

“Eu sempre tive o apoio da minha família e principalmente dos meus pais, que buscavam desde cedo descobrir o que eu tinha. Até hoje há pouca informação sobre essa doença.”

Ela relata que a fotografia sempre esteve presente em sua vida. Mas, com a evolução da enfermidade, a relação de Giuliana com a fotografia estreitando. Ela inclusive, têm se capacitado e buscado melhorar sua prática, apesar de não ter a intenção de fazer disso uma fonte de renda.

Esse ano, Giuliana virou notícia por registrar lindamente a florada de cerejeiras em Garça e suas fotos foram veiculadas para todo o Brasil.

“A minha ligação com as cerejeiras foi crescendo comigo desde muito pequena, era fotografada pelos meus pais a cada ano durante a florada delas. E hoje sou eu quem as fotografo.”


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