Recordar histórias das cidades nos levam de encontro às nossas raízes. E Botucatu é uma cidade que não faltam bons contos e causos. Hoje vamos contar o que trouxe o grande ícone do cinema brasileiro, Mazzaropi, algumas vezes à cidade.

Amácio Mazzaropi em Botucatu

Considerado um dos maiores comediantes do cinema brasileiro, suas produções foram fenômeno de público por mais de três décadas. Botucatu, foi por muito tempo a meca do Cinema Nacional, tendo como carro-chefe a Empresa Teatral Pedutti.

Sendo amigo pessoal dos diretores , que já foi considerada a maior rede nacional de cinema, o artista vinha acompanhar de perto as exibições de suas obras na cidade. E já aproveitava para sair com o bolso mais cheio do que quando chegou, levando o dinheiro da bilheteria que o pertencia.

Sempre ia ao mesmo Restaurante

O artista tinha também as suas superstições, e o local em que se alimentava era uma delas. Tradicionalmente ia ao extinto restaurante Capri, onde fazia questão de ser atendido pelo mesmo garçom.

Foto cedida por Antônio Fernando Pereira

Um lado comediante, o outro homem de negócios

Mazzaropi não é conhecido apenas pelos seus trabalhos como ator e comediante, mas também por sua visão de negócios. Corriqueiramente, era falado da abertura de uma indústria de cinema nacional, Mazzaropi conseguiu.

Lançando quase um filme por ano, Mazzaropi figurou por anos entre a indústria brasileira de filmes. Por exemplo, para o primeiro filme, vendeu dois carros e um terreno.

Das telas nacionais para streaming mundiais

Doze dos 32 filmes lançados pelo ator, estão agora em plataformas de streaming e de TV por assinatura NOW, Vivo Play, NetMovies e Looke.

São filmes realizados de 1959 a 1979, quando Mazzaropi passou a dirigir os filmes.

Onde ver?
Vivo Play:
R$6,90 o aluguel de cada filme;
NOW: R$6,90 o aluguel de cada filme e R$14,90 a compra de cada um;
Looke: R$4,99 o aluguel de cada filme e R$19,99 a compra de cada um;
NetMovies: grátis, basta fazer um cadastro no site.

Filmes disponíveis:
Chofer da praça (1959);
Jeca Tatu (1960);
O vendedor de linguiça (1962);
Casinha pequenina (1963);
Meu Japão brasileiro (1965), entre outros.


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