É normal que as cidades tenham seus cemitérios adequados para enterrarem seus cidadãos, mas por muito tempo esse não foi o caso de Lençóis Paulista! 😲👀

Como tudo começou!

Inicialmente, Lençóis Paulista começou como um pequeno povoado. Com poucas casas, os mortos eram enterrados em um terreno em que hoje se encontra a Biblioteca Municipal, por volta de 1868. As sepulturas eram abertas pelas pessoas sem qualquer tipo de higiene, resultando em um intenso mal cheiro no local.

Uma curiosidade: muitos até dizem que nesse lugar também foram enterrados inúmeros corpos de escravos de fazendas da região.

Um cemitério que virou colégio

A prefeitura então liberou um novo terreno para a construção de um cemitério que hoje se encontra o colégio Dr. Paulo Zillo. Porém, sem qualquer fiscalização, era costume animais como cachorros mexerem na terra deixando caixões e sepulturas abertas.

Quem tomava conta era o padre responsável pela Paróquia da cidade, que não queria entregar a chave do local para as autoridades, pois dizia que era domínio da igreja, e após uma longa discussão sobre o funcionamento, o cemitério deixou de existir com a construção do novo cemitério, em outro local.

Há quem diga que os espíritos dos falecidos recusam-se a ir embora de sua morada, onde fica agora o colégio Dr. Paulo Zillo, e as vigiando as almas dos estudantes que ficam bagunçando! E você? Acredita nisso? Conta pra gente!

Escola Estadual Dr. Paulo Zillo

Fotos: Reprodução

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