Quem depende de transporte público sabe o quanto é difícil ver o ônibus indo embora porque não deu tempo de entrar, né? Eita, momento triste!

Essa situação teria acontecido com um cadeirante bauruense se um motorista de ônibus não agisse com empatia e dado um grande exemplo de solidariedade.

O que aconteceu?

Jéssica Carolina Oliveira Manarin estava na calçada da Câmara Municipal com a filha esperando o transporte para ir à igreja quando presenciou o episódio de amor ao próximo.

“O ônibus chegou e subiram algumas pessoas. Então, o senhorzinho cadeirante ficou na porta esperando para o motorista descer a rampa” relembra.

Os outros passageiros continuavam entrando e saindo normalmente, mas o motorista estava com dificuldade para fazer a rampa descer. “Lembro que ele suava mexendo naquele monte de botões do painel”, complementa Jéssica.

Motorista e passageiro começaram a conversar desesperados, pois o ônibus precisava partir e a rampa não estava obedecendo aos comandos.

Empatia em meio ao desespero

Quando o motorista percebeu que precisava partir e não poderia fazer nada, ficou extremamente chateado e sem reação. Porém, nesse momento, algo inusitado aconteceu…

O sinal fechou e o motorista conseguiu abaixar a rampa! Então, desceu do ônibus e disse que não deixaria o passageiro pra trás! O semblante do cadeirante se encheu de alegria e foi lindo, porque ele já estava indo embora cabisbaixo, pensando que não conseguiria subir no transporte. Eu como sou chorona, já desabei!

O motorista, conhecido como tio Jo, auxiliou o cadeirante, conhecido como Seninha e deu aula de amor ao próximo em plena calçada da Câmara Municipal. Foto: Jéssica Carolina Oliveira Manarin

Jéssica relata que o motorista fez tudo sorrindo suando após a situação tensa. Todos ao redor comemoraram a subida do passageiro no transporte e eles puderam seguir tranquilamente.

“Me vi naquela situação. Não gostaria que me deixassem pra trás, assim como não gostaria de ver isso acontecendo com ninguém. Já vi muitos motoristas deixarem pessoas com deficiência para trás. Mas nesse caso, serviu para edificar minha vida. Existe amor, sim!“, finaliza feliz lembrando do ocorrido.

motorista

Que bacana ver histórias como essa acontecendo na nossa cidade, né? Bora agir com empatia, assim como o tio Jo!

Ah, falando nisso, você conhece o tio Jo? Nós o procuramos para bater um papo sobre a linda atitude, mas não encontramos. Se tiver contato com ele, pode mostrar essa matéria? A redação Solutudo agradece!


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