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A tribo indígena Vanuíre, possui esse nome por conta da índia Vanuíre que lutou pela pacificação entre os homens brancos e os índios, quando chegou à região do Oeste paulista em 1912, antes do antigo distrito de Arco-íris ser criado. Na época, a índia foi membro do S.P.I (Sistema de proteção ao índio), passando a ser chamada para liderar o sistema, uma vez que o mesmo foi criado para intermediar as relações conflituosas que existiam na região.

No local, há a coexistência de três etnias diferentes. Estas são:

Etnia Terena – Possuem características culturais essencialmente chaquenhas, povos provenientes da região do CHACO. São caçadores e coletores;

Etnia Kaigang – Vivem de artesanato indígena e outros trabalham na cidade. A senhora Susilene e sua mãe Dirce, são líderes da atividade turística local. As visitas, geralmente variam entre: apresentação de danças, degustação de comidas típicas, palestras, pintura corporal. Podem também apresentar cantos da língua Kaigang. Segundo os mesmos, planejam instalar redes na aldeia para que o visitante tenha a experiência de hospedagem no local;

Etnia Krenak – Possuem um centro de venda de artesanato. A líder é também uma mulher. Lidiane, no trabalho de visitação e turismo. Ela aparenta ser bem dedicada e decidida a ensinar os turistas o quanto que a cultura deve ser respeitada e os seus reais significados. Visto que, os krenak tiveram muitas dúvidas sobre as visitações no local, pois alguns visitantes vinham com ideias de que os índios viveriam nus e que no ambiente teriam as possíveis “casa de índio”. Lidiane apresenta inúmeras palestras. A visitação, antigamente era feita pela troca de um quilo de alimento, porém, com dificuldades têm sido cobrado um valor em dinheiro. Hoje em dia isso varia.

O conteúdo tratado nas visitas varia de acordo com os visitantes. Para as escolas, há a palestra, em que os alunos escutam e depois, junto com seus professores podem realizar perguntas. Em seguida abre-se o museu para observação dos artigos feitos pelas tribos. Também se realizam danças, cantos com a língua nativa e em seguida é mostrado o local da cabana sagrada.

Inclusive, acontece para os amantes, a trilha para as cachoeiras. No caminho, os indígenas exibem materiais como vasos de barro, argila para cerâmica, entre outras preciosidades encontradas no caminho dos nativos. É permitido banho de cachoeira e fotos no local.

Geralmente, as visitas na aldeia são agendadas por meio do contato direto com os responsáveis das etnias Kaigang e Krenak, uma vez que a etnia Terena não recebe visitante. Maiores informações podem ser obtidas na Prefeitura Municipal de Arco-Íris pelo telefone (14) 3477-1217 ou no endereço Rua José Demori, 245.


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